Drones do crime levam celulares e drogas para os presídios em São Paulo


Devido ao crescimento da fiscalização dos agentes penitenciários em coibir a entrada de celulares, drogas e armas nas instituições prisionais de São Paulo, o crime organizado através de seus mentores tem buscado a tecnologia para conseguir adentrar no interior das cadeias com produtos e materiais ilícitos.

E a forma encontrada pelos criminosos é ousada e interessante, onde objetos voadores conhecidos como “Drones” estão sendo usados com freqüência em favor da criminalidade. Vale dizer que esse tipo de objeto voador foi criado por estrategistas militares para ser usado em guerras, e assim mapear o território inimigo.

No entanto, no Brasil como o crime sempre está um passo a frente das instituições de segurança publica e também dos governos dos estados, os drones tem sido aliado da marginalidade, que por sua vez investe pesado em tecnologia para conseguir seus objetivos.

Drones – Tecnologia a serviço da criminalidade no Brasil

drone

No Vale do Paraíba (São Paulo) que é o berço do Primeiro Comando da Capital (PCC), e também região que abriga dezenas de Presídios, sendo alguns de Segurança Máxima, já foram realizadas inúmeras investidas de drones na tentativa de jogar objetos e produtos nos pátios das penitenciarias. Onde em algumas dessas tentativas os criminosos obteram êxito.

♦ Matéria do G1 sobre o tema

Após os “ataques aéreos” é praxe agentes penitenciários realizarem revistas no interior dos presídios em busca do material que fora jogado no pátio. Porém, nunca se sabe se o objeto ou produto encontrado durante as vistorias internas são realmente aqueles que os drones soltaram para os criminosos.

São ações como essas que mostram a fragilidade da segurança e dos governos em nosso país, onde um objeto que poderia estar sendo utilizado em favor da investigação policial e também para a segurança da população está infelizmente empregado para as ações do crime organizado. Isso graças à omissão e a falta de compromisso das autoridades com o povo.

Hoje são objetos voadores de controle remoto que sapateiam, pisam e driblam as estratégias de segurança do estado mais rico da nação, algo tão fácil como tomar doce de criança. Diante disso, chego à conclusão que estamos abandonados e sem termos para onde correr ou implorar ajuda. Onde as mais dolorosa das verdades nos diz que estamos abandonados e nas mãos dos marginais, estejam eles usando gravatas ou não.

Senhor Ventilô

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